A GRÉCIA FOI SALVA…PORTUGAL E IRLANDA TAMBÉM.

21 julho. 2011

Como prevíamos em nossa matéria de 22 de junho “A GRÉCIA SERÁ SALVA, O PROBLEMA É ENCONTRAR O CAMINHO”, não deu outra. O caminho foi encontrado e completamente pavimentado hoje. Notícias recém chegadas de Bruxelas dão conta de que um segundo programa de resgate para a Grécia,  foi finalmente aprovado nesta quinta-feira pelos países da zona do euro. O montante da ajuda aos gregos será de 159 bilhões de euros,  dos quais 109 bilhões serão provenientes de financiamento oficial  e 50 bilhões de euros de participação privada.
“Encontramos uma resposta comum à crise”, afirmou após a cúpula do Eurogrupo o presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, com medidas para garantir a sustentabilidade da dívida grega e prevenir o contágio a outros países, já que “a situação era realmente grave”.
“O financiamento oficial total será de 109 bilhões de euros”, informa o texto final divulgado nesta quinta-feira.O equacionamento da ajuda, como não poderia deixar de ser, foi finalizado com base em uma complexa estruturação financeira, envolvendo vários órgãos oficiais como o Banco Central Europeu, o Fundo Monetário Internacional, a Facilidade Européia de Estabilidade Financeira, além de entidades privadas.
Esta participação privada deve ser “totalmente voluntária”, insistiu o presidente do Banco Central Europeu, Jean-Claude Trichet, em entrevista.
Concretamente, os chefes de Estado e do Governo da eurozona ampliarão ao máximo possível os prazos de devolução dos empréstimos procedentes do fundo de resgate, a Facilidade Europeia de Estabilidade Financeira (FEEF), desde os atuais sete anos e meio para 15 anos (com possibilidade de até 30 anos e um período de carência de 10 anos).
Além disso, as taxas de juros dos créditos serão reduzidas para 3,5%. O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, assegurou que estas medidas “asseguram a sustentabilidade da dívida grega” a longo prazo.
A suavização das condições para os empréstimos da eurozona que se aplicarão à Grécia beneficiarão também à Irlanda e a Portugal, os outros dois países com programas de resgate.
Por outro lado, os líderes da zona do euro acordaram melhorar a eficácia da FEEF a fim de evitar o contágio a outros países, como Espanha e Itália.As bolsas de valores européias já antecipavam uma solução para o problema grego e fecharam em alta, o que deve se repetir nos próximos dias. Mas foram as bolsas americanas e sul americanas que refletiram amplamente a divulgação do acordo exibindo altas bem expressivas.

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